17 traficantes da FDN são mortos em troca de tiros com a PM, em Manaus - E Dia

17 traficantes da FDN são mortos em troca de tiros com a PM, em Manaus

Manaus - Um confronto entre policiais militares e traficantes, na madrugada desta quarta-feira (30), terminou com 17 membros da facção criminosa Família do Norte (FDN) mortos. O fato aconteceu no barro Crespo, na Zona Sul de Manaus.


De acordo com a polícia, 50 integrantes da FDN chegaram no bairro e entraram no Beco JB Silva, localizado na rua Magalhães Barata, com o objetivo de tomar as bocas de fumo dos Betânia e Crespo, regiões dominadas pelos traficantes Felipe Oliveira da Costa, de 24 anos, conhecido como “Coreano”, preso pela Rocam no dia 22 de maio deste ano, e Josué Moraes de Almeida, de 31 anos, também preso pela polícia. Eles são ex-integrantes da FDN, e agora fazem parte do Comando Vermelho.

As equipes policiais foram acionadas e flagraram o chamado "Bonde" no beco. Na ocasião, os criminosos reagiram a intervenção policial. No tiroteio, 17 criminosos foram baleados. Eles ainda foram levados para o Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de Agosto, no bairro Adrianópolis, na Zona Centro-Sul da capital, onde morreram.

De acordo com o coronel Ayrton Norte, comandante da Polícia Militar do Amazonas (PM-AM), foram três confrontos. O primeiro contra as Cicoms e Força Tática. Logo em seguida, a Rocam chegou para dar apoio.

Na ação, a equipe apreendeu 17 armas de fogo de grosso calibre, entre elas uma submetralhadora e munições. Nenhum policial ficou ferido e não houve prisão.


"Os criminosos estavam preparados para um confronto com rivais na área, mas a Polícia Militar chegou ao local primeiro para preservar a vida e aplicar a lei. Aqueles que ousarem enfrentar a polícia terão a resposta altura. Lugar de bandido é na cadeia. A determinação do governador é para sufocar o crime", disse o coronel Ayrton Norte.

O restante dos criminosos conseguiu fugir. Ainda não há informações sobre a localização do caminhão que foi usado pelo grupo.

Uma força-tarefa foi montada pelo Instituto Médico Legal (IML) para remover os corpos, ainda não identificados. Familiares dos suspeitos mortos acompanharam as remoções na unidade hospitalar sem falar com a imprensa.

Participaram da ação equipes da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam), Batalhão de Choque, Força Tática e  da 7ª Cicom. Nenhum dos policiais ficou ferido.

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