CNI/Ibope: 51% aprovam maneira de governar de Bolsonaro - E Dia

CNI/Ibope: 51% aprovam maneira de governar de Bolsonaro


Pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra que 35% da população considera o governo ótimo ou bom; para 27%, é ruim ou péssimo

Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira (24) mostra que a maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro é aprovada por 51% dos brasileiros; 40% desaprovam.

Segundo a pesquisa, 35% dos brasileiros consideram o governo de Jair Bolsonaro ótimo ou bom.

Já os que avaliam a administração como ruim ou péssima somam 27%. Outros 31% dizem que o governo está sendo regular.

O levantamento também comparou o desempenho de Bolsonaro em relação ao início do primeiro mandato de outros ex-presidentes.

Bolsonaro teve resultado melhor do que Itamar Franco (34% de ótimo ou bom), em 1993, e de Michel Temer (14%), em setembro de 2016.

O Ibope ainda mostrou que a popularidade do presidente é maior entre homens — 38% dizem que o governo está sendo ótimo ou bom; entre as mulheres, são 32%. 

Bolsonaro também tem o melhor desempenho entre os moradores da região Sul, onde 44% avaliam de maneira positiva o governo. No Nordeste, esse percentual cai para 25%.


Popularidade do presidente é maior entre homens Alan Santos/Presidência da República - 12.4.2019

Percepções

Os entrevistados também opinaram sobre a atuação do governo por área.

O melhor resultado para o presidente foi na área de segurança pública, com 57% de aprovação e 40% de desaprovação.

Na educação, 51% aprovam e 44% desaprovam. Na saúde, 42% aprovam e 51% desaprovam.

Outro tema sensível é o desemprego. Para 49%, o presidente não está fazendo o suficiente para gerar vagas de trabalho.

Outros 45% aprovam a atuação de Bolsonaro no combate ao desemprego.

A maior parte dos brasileiros (39%) considera que o noticiário recente tem sido mais desfavorável ao governo, enquanto 23% avaliam que tem sido mais favorável.

Entre as notícias mais lembradas pelos entrevistados estão a reforma da Previdência, a viagem presidencial a Israel, o 13º para o Bolsa Família e o aumento dos preços dos combustíveis.