Anuciar no Google Ajuda o SEO? - E Dia

Anuciar no Google Ajuda o SEO?

Aparecer no Google não é mais uma opção para as empresas hoje em dia. Toda e qualquer pessoa, da criança até alguém de idade avançada, conhece e usa o buscador, e sabe como ele facilita a vida ao entregar as melhores respostas para qualquer dúvida.


No entanto, a maioria das empresas ainda está procurando entender como funciona esse negócio de se posicionar no Google, e acaba confundindo os dois tipos de busca mais comuns que são oferecidos: busca orgânica; busca paga. E claro, como o buscador é baseado em publicidade (assim como vários outros veículos, tais como televisão, rádio, etc), muitos já assumem que, para aparecer em primeiro, é necessário pagar mais. Como se já não estivesse confuso o suficiente, os especialistas e agências pontuam para os decisores duas frentes de trabalho: SEO: fazer o site aparecer na busca orgânica (não paga); Google Ads: anunciar para aparecer na busca paga. Como falamos, o Google é um veículo. Aos olhos das empresas, não muito diferente de uma emissora de tevê ou canal de rádio. E aí, principalmente ao ver a disciplina de SEO, os gestores torcem o nariz e se perguntam: “Mas anunciar no Google não ajuda o SEO? Não posso pagar e resolver isso de uma vez?” Respondendo rápido: não, não pode. Mas expliquemos melhor. Aparecendo no Google: orgânico x pago As duas modalidades de busca são essencialmente diferentes, e por isso devem ser consideradas para o seu negócio separadamente. Se o seu objetivo é definir qual a melhor para você, sugiro dar uma olhada nesse artigo. Aqui, o objetivo é explicitar essa diferença de forma simples, para ilustrar porque anunciar no Google e fazer SEO são iniciativas que podem se complementar, mas cuja influência uma na outra é restrita e não depende somente do dinheiro do anunciante. Para ficar mais fácil de visualizar, olhemos direto no Google:


Agora tenho certeza que você se lembrou, correto?
Os anúncios normalmente são esses primeiros, e eles são devidamente identificados.
Deu para ter uma idéia geral, certo?
Agora, a grande questão seria: por que o Google precisa manter as duas separadas?
Não tem segredo, porque todo o modelo de negócio do buscador é baseado nessa separação.

Por que os dois tipos de busca devem ser separados?

Já citamos aqui, e certamente você conhece diversas plataformas que são baseadas em publicidade:
  • canais de televisão;
  • emissoras de rádio;
  • revistas;
  • portais de conteúdo;
  • jornais;
  • blogs;
  • perfis de redes sociais;
  • etc.
É bem simples de especular como todos eles evoluíram para esse modelo de negócio:
  • o canal é criado;
  • canal começa a produzir conteúdo relevante;
  • o conteúdo atrai atenção e gera audiência;
  • o público começa a acompanhar o canal;
  • o canal se consolida com uma base de seguidores;
  • o canal começa a vender essa reputação para anunciantes.
Isso é exatamente o mesmo que aconteceu com o Google.
No começo não haviam anunciantes porque a ferramenta de busca não tinha reputação.
E como fez ela para conquistar essa reputação? Focou no seu usuário, garantiu que ele encontraria os melhores resultados de busca.
Ainda hoje, as pessoas seguem confiando no Google porque ainda acreditam que ele tem as melhores respostas.
Ou seja, não diferente dos outros canais, o que gera essa autoridade para o buscador é a confiança do seu público. A sua imparcialidade.
Se uma revista começar a vender matérias (e não somente anúncios) para empresas, você vai continuar confiando no conteúdo dela? Não né? É a mesma coisa com o nosso amigo Google.
No fim das contas, estamos falando de um círculo vicioso:
  • Google entrega as melhores respostas;
  • usuário confia no Google;
  • buscador ganha reputação;
  • anunciante valoriza essa reputação;
  • Google vende anúncios.
Então, o maior buscador do mundo jamais poderá deixar de oferecer a busca orgânica.
E principalmente nunca poderá deixar os anunciantes interferirem na sua imparcialidade – que é o que mantém a autoridade do Google junto à quem usa a ferramenta de busca.


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